sexta-feira, outubro 10, 2008

Comunicação Interna: uma discussão sobre os conceitos da área

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

O conceito de Comunicação Interna - a que trata dos públicos internos de uma organização - tem passado por discussões intensas tanto sobre o mérito de sua construção até sobre os "pais" ideais do termo e da tarefa. Nas pequenas empresas antigas a responsabilidade pelo relacionamento interno perpassava o próprio dono do negócio, no máximo sua secretária próxima. Nas organizações maiores a área de Recursos Humanos era a grande mãe dos relacionamentos internos. Chegando os Relações Públicas a tomarem seu espaço no mundo organizacional, sua primeira incumbência passou a ser o cuidado com o fluxo informacional interno. Hoje vê-se desde psicólogos, administradores, jornalistas, secretárias executivas, publicitários, relações públicas e até sociólogos responsáveis por "prover" ou organizar a comunicação interna das empresas. Com tantos "pais", de tantas áreas do conhecimento, dividindo-se nos cuidados da comunicação interna não é à toa que o conceito acabe adquirindo múltiplas facetas. E a diversidade no entendimento do conceito traz a diversidade na realização das ações.
          Não bastando essa diversidade conceitual provocada pelos diversos "pais" da área, a pós-modernidade trouxe às organizações formas inovadoras de se entender e realizar os processos comunicacionais. Passamos recentemente pelo "boom" tecnológico e estamos assistindo a uma busca pela humanização, pela personalização dos contatos corporativos. Nassaralla avalia que "um dos grandes paradoxos de nossos tempos reside na contradição entre a quantidade de canais de comunicação disponíveis e a queda da qualidade do relacionamento humano". Dessa forma, discutir um pouco mais o "de onde vimos" e "para onde vamos" na comunicação interna corporativa, é contribuir com um pouco mais de luz para essa caminhada.
          Tecnicismo x empatia
          A profusão de meios que levem e tragam as informações que devem ser comuns a todos na organização acabou por trazer infindáveis possibilidades para a comunicação das organizações. Mas, por um lado, a dinamicidade, a rapidez e a praticidade desses meios deixaram aparentes as profundas dificuldades de relacionamento interpessoal e de comunicação que já existiam nas equipes. Por outro lado, quem já era competente do ponto de vista comunicacional com os poucos meios disponíveis há décadas, depois de dominar a tecnologia, continuou mostrando a boa performance anterior. Poucas foram as empresas que viram que os sistemas comunicacionais - e ouso dizer os outros processos - dependem essencialmente das pessoas e dos seus talentos. A empresa de consultoria em Recursos Humanos, Caliper, acredita que determinados talentos que as pessoas detêm são imprescindíveis para o bom andamento de uma atividade. Resumindo: pessoas com talentos específicos para comunicação fazem bonito com o meio que tiverem em mãos.
          A prova disso são as histórias antológicas dos grandes líderes organizacionais que fizeram sucesso em grandes organizações brasileiras e que, simplesmente partindo de uma conversa informal com seus subordinados, descobre-se que continuam sendo amados pela maneira com que sempre geriram os processos. Não se está querendo defender o pensamento 'Alice no País das Maravilhas' acreditando que esses líderes são pessoas boazinhas e seus objetivos, os mais desapegados de interesses. Não podemos esquecer da lógica do lucro e que a comunicação interna deve ser coerente a ponto de, a partir de sua realização, contribuir para a conquista dele. Mas defende-se aqui que existe um ingrediente fundamental quando se realiza comunicação, principalmente com os públicos internos, que podemos chamar de empatia.
          Diversas foram as publicações que tentaram descobrir e trazer para o público em geral os 'segredos' dos grandes líderes. E diversas consultorias de recursos humanos enfatizam que boa parte deles tinham a tal empatia e que essa habilidade fornecia o tom do movimento deles entre seus pares.
          Subjetivo e com amplo significado, o conceito de empatia navega entre abordagens mais românticas como a de Nassaralla que diz, em artigo, que "empatia é sobre você dar para depois receber! Primeiro você educa, confiando na pessoa e trazendo-a para perto. Depois, a confiança torna-se mútua e a empatia tende à melhoria de qualidade conforme o tempo passa." até maneiras mais cartesianas, como a do médico neurologista Martin Portner: "empatia significa menos quantidade ou qualidade de informação e mais harmonia interativa".
          Difícil de mensurar ou de avaliar, a empatia pode ser conceituada e entendida como a capacidade que a pessoa tem de se colocar no lugar do outro, isto é, de sentir-se ou transportar-se no mesmo 'barco' do seu interlocutor. Se pensarmos numa cena na qual o interlocutor está navegando, sentindo o movimento das ondas, do vento, o enjôo que o balanço pode causar ou mesmo o medo pela tempestade que se aproxima e o comunicador se 'teletransporta' para a mesma situação, ele terá, assim, realizado o 'link empático' e seu discurso será muito mais adequado e muito melhor percebido do que se ele estivesse enviando mensagens da praia ao barco. É dessa forma que deve-se ver a empatia. Como um 'dispositivo' que algumas pessoas têm melhor desenvolvido que outras para se colocar na mesma situação que o outro. Se colocar de verdade, não somente fazer parte do discurso telemarkético: 'sim, eu entendo perfeitamente, senhor'.
          Comunicadores empáticos entendem que as equipes não são feitas de um tipo de pessoa só, sabem que cada funcionário é movido por diferentes interesses, buscam saber sempre cada vez mais sobre quem faz parte da organização e tendem a planejar os processos de comunicação a partir das informações que detêm sobre seus públicos. Assim, para esses comunicadores, as ferramentas de comunicação são realmente meios facilitadores do que é muito mais importante no processo comunicacional: a informação codificada na linguagem adequada para cada público de interesse.
          Num outro caminho, a avalanche de possibilidades tecnológicas fez com que diversas organizações tendessem a ver nos meios, nas ferramentas, o cerne dos processos de comunicação internos. Elas implantaram a intranet, o jornal-mural, o house-organ, a rádio corporativa, a tevê no refeitório, além de dezenas de outros formatos de comunicação. Isso tudo motivou organizações a se debruçarem sobre os conceitos dos meios e a criar processos lógicos de gerenciamento da informação. Fluxogramas foram montados, diversas reuniões organizaram quem deveria informar quem e quais as pessoas responsáveis por prover cada informação e assim a comunicação interna foi sendo construída como mais uma atividade a ser desenvolvida, um projeto.
          Essa visão mais cartesiana do processo de comunicação sugeriu dois comportamentos comuns: a menor importância dada a quem está fazendo a comunicação e ao nível de empatia desse profissional - até porque esse profissional não tem mais o poder absoluto, como antes tinha o 'dono' da empresa ou o chefe o departamento de influenciar as outras equipes - e a construção de procedimentos ideais de fluxos de informação, com foco nos meios utilizados, como se esses fossem os únicos responsáveis pela eficácia da comunicação interna.
          A mensuração dos resultados. Cadê o profissionalismo?
          Gestores sem visão sobre a importância da comunicação normalmente tendem a achar que os trabalhos que envolvem a comunicação interna da organização são supérfluos - não trazem lucro diretamente. E o que contribui para a manutenção desse pensamento é a falta de seriedade na hora de avaliar a eficácia desses processos comunicacionais. Sim, a qualidade da comunicação interna de uma organização é subjetiva, mas isso não impede que alguns índices sejam medidos. A falta dessa mensuração mais séria e planejada acaba alimentando a visão de que a comunicação interna é um gasto e não um investimento. Lugó, em artigo de 2004, conta como essa falta de mensuração pode atrapalhar a gestão da comunicação interna:
          Há uma função cuja eficácia é muito pouco mensurada nas empresas: a função comunicação interna. A 4ª Pesquisa e-Facts Mercer sobre Comunicação Organizacional (Raio C) revela isso com todas as letras, ou melhor, com todos os números: 72% das 114 empresas ouvidas de 22 de junho a 23 de julho deste ano, todas de grande porte, não mensuram a eficácia da comunicação interna.
           Segundo a mesma pesquisa, como a eficácia da comunicação interna não é monitorada, em 64% das empresas os gestores não conseguem os recursos necessários para tocar as atividades da área. E, assim, 55% das companhias são levadas a considerar como "gastos", e não como "investimentos", os recursos aplicados em comunicação interna.(Lugó, 2004)
          A falta de profissionalismo na abordagem de tudo o que se refere a comunicação interna das organizações traz ainda histórias cômicas, se não fossem dramáticas, e se não espelhassem a maneira como o assunto tem sido tratado ainda hoje.
          "Certa vez, em um contato feito pela Mercer com uma determinada empresa, nosso interlocutor disse que mensurava a eficácia da comunicação interna com base no brilho dos olhos dos colaboradores. Quando o brilho aumentava, significava que os cartazes foram bem-sucedidos, a intranet estava agradando, a revista trazia matérias realmente interessantes."(Lugó, 2004)
          Não se pode esquecer que a comunicação interna das organizações depende de pessoas para se desenvolver. De pessoas que internalizem a importância do seu papel e de sua missão e deixem de lado o discurso panfletário do "somos importantes" passando para uma real profissionalização da atividade. Elaborar metodologias de mensuração dos alcances das metas estipuladas e saber comunicar esses índices aos superiores é ação básica de quem quer manter num nível alto de competência nos processos comunicacionais internos.
          A rede: consumidores viram produtores
          Quando analisamos os textos que tratam da comunicação interna das organizações não é raro encontrar dezenas de dicas sobre como devem ser os fluxos ou mesmo como se deve organizar o "fornecimento de informações". Muito comum é a visão de que a comunicação interna, na verdade, significa o envio de informações relevantes do departamento de comunicação para as equipes. Ou, da diretoria ou presidência, para os funcionários, operários ou mesmo colaboradores. Invariavelmente a visão é de que alguém deva pensar, planejar, organizar as informações, escolher os melhores meios e... enviá-las. Saldanha corrobora esse pensamento quando avalia o que acontecia com diversas organizações até um tempo atrás e que ainda pode acontecer: "o departamento de Comunicação Interna tinha como principal objeto e objetivo fazer com que os funcionários recebessem as informações centrais, de toda ordem, emitidas pela corporação. Em muitas e muitas empresas, ainda é assim - mas algo muito forte está acontecendo, mexendo com essa estrutura."
          Esse "algo muito forte", na verdade sempre existiu. Roger Cahen, alerta, em seu livro de 1990, de forma bem humorada que a época da comunicação vista como uma via de duas mãos é, no mínimo, um pensamento antiquado, do tempo dos "bondes puxados a cavalo":
          "Esqueça a via de duas mãos. Pense mesmo em uma Teia de Aranha, daquelas bem grandes, com milhares de fios e várias aranhas, das grandes e cabeludas, espalhadas por ela. Perceba que existem uns quinze ou vinte fios básicos e centenas de subfios. Puxe qualquer um e veja o resultado. Pelo menos 30 vão se mexer, mandando 'ondas de choque' para quase todo o resto da teia. Este é o verdadeiro universo da comunicação empresarial. Cada fio é ligado a 'n' outros, e não se mexe em um sem mover 'x' outros - não se podendo esquecer que não são apenas as mensagens de uma empresa que estão circulando por ali."(Cahen, 1990, p. 38)
          Imaginando ou não a cena descrita acima, a realidade é uma só: independente do nível hierárquico, todo colaborador comunica. O departamento de comunicação, querendo ou não, planejando ou não, contribuindo ou não, ajudando ou não, não impede que todo colaborador se comunique. E a organização que ignorar o que já é fato, antes mesmo que se constatasse, está se iludindo, no mínimo.
          No momento em que se tem uma visão da comunicação organizacional em rede, o profissional que vai cuidar da comunicação interna deve entender que tudo o que ele vier a planejar deverá ser tendo em mente esse formato dos fluxos de comunicação, e não a via de duas mãos. Dentro dessa concepção algumas idéias podem ser levantadas:
- Há diversos públicos interno e não um somente;
- Esses públicos podem se localizar em lugares distantes na rede, isso significa que precisam ser trabalhados de forma diferenciada;
- esses públicos, mesmo não estando no mesmo 'fio' comunicam-se entre si;
- tudo o que se colocar nesta rede poderá ser visto/lido/ouvido por todos os públicos envolvidos.
          Com essa visão de rede o planejamento de comunicação interna deve levar em conta essa complexidade entre os públicos da organização. As empresas que pensam nesse formato terão mais chances de serem eficazes nos seus propósitos comunicacionais.
          Outro viés do desenho da comunicação interna em rede é a constatação de que os públicos que antes eram vistos como simples receptores de informação tornam-se também produtores. Saldanha atesta isso às novas tecnologias. Segundo ele "com o advento das intranets, avançando rapidamente para o perfil de portais corporativos sofisticados, percebe-se que os que antes eram apenas consumidores de informação (os funcionários), passam agora também a serem produtores."
          Essa visão de público-alvo se transformando em produtor de informação, ao mesmo tempo em que inverte alguns papéis na organização, responsabiliza alguns grupos por essa emissão/produção de informação. Essa nova visão altera as relações organizacionais e tende a horizontalizar as questões voltadas ao poder de influência. O exemplo fornecido por Saldanha é didático: "basta imaginar um torcedor de futebol que, de súbito, é colocado no meio do gramado, ao lado dos jogadores, tendo a responsabilidade de ajudar a vencer a partida... Sua perspectiva muda, suas expectativas mudam, as responsabilidades são outras e seus anseios também."
          Voltamos, nesse ponto, ao grande papel do profissional de comunicação: gerir essa complexidade dinâmica para que todos possam caminhar na grande rede, contribuir e se responsabilizar por sua contribuição. O comunicador passa de fornecedor a mediador, a guardião da comunicação efetiva.
          "A comunicação efetiva só se estabelece em clima de verdade e autenticidade. Caso contrário, só haverá jogos de aparência, desperdício de tempo e, principalmente, uma "anti-comunicação" no que é essencial/necessário. Porém, não basta assegurar que a comunicação ocorra. É preciso fazer com que o conteúdo seja efetivamente aprendido de forma clara para que as pessoas estejam em condições de usar o que é informado."(Ruggiero, 2002)
          Endomarketing ou comunicação interna?
          Comunicação interna é igual a Endomarketing ou não? As equiparidades entre os conceitos das duas expressões mostram a confusão de abordagem que as empresas acabam dando para a comunicação com os colaboradores. Segundo Bekin in Dias, endomarketing são "...ações de Marketing para o público interno - FUNCIONÁRIOS - das empresas e organizações". Como a expressão já diz, é o marketing aplicado ao público interno. Alguns autores tendem a entender as duas expressões como a mesma atividade. Torquato equipara as duas expressões citando como missão básica da atividade "contribuir para o desenvolvimento e a manutenção de um clima positivo, propício ao cumprimento das metas estratégicas da organização e ao crescimento continuado de suas atividades e serviços e à expansão de sua linha de produtos."(2002, p.54) Nesse conceito, a comunicação interna deve simplesmente servir aos propósitos da organização, como se fosse uma 'técnica' de cooptação dos grupos de colaboradores.
          Kunsch não partilha dessa equiparação. Segundo ela:
          "(...) o endomarketing limita-se a ver os funcionários como 'clientes internos'. Enquanto isso, defendemos, pra o relacionamento com o público interno, uma política de relações públicas numa perspectiva mais ampla. É preciso considerar que, antes de ser um empregado, o indivíduo é um ser humano e um cidadão. Portanto, não pode ser visto apenas como alguém que vai 'servir ao cliente'. Ele atua num ambiente organizacional formado por pessoas que buscam interagir em virtude da consecução dos objetivos gerais das organizações. Não é, portanto, um espaço de mercado."(2003, p. 155)
          Percebe-se que as organizações que tratam a comunicação interna como endomarketing simplesmente transferem as técnicas de mercado, de troca mercadológica para as relações internas da organização. A comunicação interna deve abranger mais do que as técnicas voltadas para a troca de mercadorias.
          Linhas gerais
          A comunicação interna está tomando contornos de vulto dentro das organizações, mas o conceito está longe de ser tratado de forma igualitária nos diversos ambientes. Entre algumas das prerrogativas para se chegar perto do ideal de comunicação interna está a valorização de talentos que abranjam a empatia. Não como visão romantizada do "ouvir o outro", mas como uma habilidade em se colocar de forma a sentir as posições dos diversos públicos interno.
          Outra atenção deve ser dada ao desenho comunicacional em rede. As comunicações nunca foram em via de mão dupla nem dentro e nem fora das organizações. E num ambiente globalizado a incidência de vias entrecruzadas de fluxos de informação é ainda mais complexo e prevê a transformação dos públicos internos de consumidores a produtores de informação. Essa complexidade precisa ser levada em conta na hora de se planejar e elaborar planos de comunicação interna.
          Esse planejamento precisa ser profissional a ponto de ser mensurável. A atividade que envolve a comunicação interna deve ser tratada com a seriedade necessária para se obter o respeito que se quer.
          E, por fim, comunicação interna é muito mais do endomarketing. Ela não pode se limitar à transferência de conceitos do marketing externo para serem utilizados nos públicos internos da organização. Esses e outros cenários precisam ser internalizados pelo profissional de comunicação que quiser realizar a comunicação de forma efetiva.
          Referências
CAHEN, Roger. Tudo que seus gurus não lhe contaram sobre comunicação empresarial. São Paulo : Best Seller, 1990.
DIAS, José Geraldo. Utilização do Endomarketing como recurso estratégico para melhoria da produtividade. On line. Disponível em: http://www.endomarketing.com/artigo11.htm
KUNSCH, Margarida M. K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo : Summus, 2003.
LUGÓ, Ricardo. A comunicação interna da sua empresa é eficaz? Online. 2004.
Disponível em: http://www.mercerhr.com.pt/summary.jhtml/dynamic/idContent/1157535;
jsessionid=R1XP35P1Q4SKMCTGOUGCHPQKMZ0QUI2C
NASSARALLA, Álvaro. COMO VAI A SUA EMPATIA ? Quando o que importa é o outro. Online. 2005. Disponível em: http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4085&org=2
PORTNER, Martin. Empatia no Trabalho. Online. 2001. Disponível em: http://portner.sites.uol.com.br/empatia/index.html
RUGGIERO, Alberto. Qualidade da comunicação interna. 2002. Disponível em: http://carreiras.empregos.com.br/comunidades/rh/fique_por_dentro/171002-rh_qualidade_comunicacao_interna.shtm
SALDANHA, Ricardo. O novo papel da Comunicação Interna. 2005. on line. Disponível em: http://www.intranetportal.com.br/estrategia/saldanha0605.
TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de Comunicação Organizacional e Política. São Paulo :Thomson Learning, 2002.
          Alguns sites consultados
www.aberje.com.br
Site da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial. Na seção Revista estão disponíveis os conteúdos da revista Comunicação Empresarial editada trimestralmente e com artigos variados de diversos profissionais da área.
www.allameda.com.br
Site da empresa Allameda Comunicação Corporativa. Além de apresentar as seções comuns a sites corporativos, o endereço abriga ainda artigos curtos. Neles estão colocadas idéias interessantes como o Manifesto do Cluetrain, uma visão inovadora de como andam os mercados atuais.
www.mercerh.com.br
Site de uma das maiores consultorias em Recursos Humanos do mundo. Lá encontra-se desde pesquisas freqüentes que envolvam as práticas organizacionais além de diversas publicações e artigos de consultores da área nos diversos países onde a empresa está presente.
www.rh.com.br
Site que reúne estudiosos da área de recursos humanos e conteúdo dos mais diversos assuntos que envolvem o tema. Possui vínculo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos nacional e dos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.
www.intranetportal.com.br
Site, como ele mesmo se denomina, focado em portais corporativos e gestão do conhecimento.Seu objetivo é promover discussões e postar conteúdos que estimulem a reflexão sobre as práticas tecnológicas e corporativas.
www.caliper.com.br
Site do escritório brasileiro da Caliper International, consultoria de recursos humanos que trabalha com o conceito de perfil de personalidade. Segundo eles, as pessoas possuem talentos natos que devem ser descobertos e podem ser desenvolvidos para se conseguir alto desempenho numa função que os necessite.
www.endomarketing.com
O site reúne artigos, opiniões e conteúdos referentes às ações de melhoria de desempenho humano organizacional. Autodenomina-se uma comunidade de estudos. Qualquer pessoa pode ser cadastrar como colaborador.
www.rogeriana.com
Site dos estudiosos de Carl Roger, que trabalha a terapia psicológica centrada na pessoa. A utilização de empatia é recorrente nesses estudos.
www.webinsider.com.br
Site voltado para profissionais de comunicação inseridos no mercado. Possui diversos artigos e articulistas que analisam as situações do mercado da comunicação e novidades.
http://www.portal-rp.com.br/
Site coligado ao da Associação Brasileira de Relações Públicas. Reúne estudos e notícias sobre a área.



ELABORADO POR: NIVEA BONA
Jornalista, mestre em comunicação da Universidade Metodista de São Paulo, ex-sócia da Priory Comunicação em Curitiba e professora de comunicação da Faculdade Internacional de Curitiba.


FONTE: http://www.comunicacaoempresarial.com.br/revista/04/artigos/artigo10.asp

COMUNICACAO: em busca de uma atuação Estratégica

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO

As Assessorias de Comunicação têm vivido grandes transformações desde que surgiram, em 1906, com o jornalista Yve Lee. Essas mudanças estão intrinsecamente ligadas às mudanças que a sociedade tem sofrido. Passamos a organizar e utilizar com mais qualidade as informações, deixando o estado de uma sociedade da informação para chegar à era do conhecimento. E é a partir disso que podemos entender o crescimento da cobrança por coerência e transparência das pessoas em relação (no caso deste trabalho) aos governos, sejam eles municipais, estaduais, federal, Legislativos ou Executivos.

          Diante disso, uma atuação competente das Assessorias de Comunicação relaciona-se diretamente com uma profissionalização de toda a estrutura, inclusive no contato com os meios de comunicação.

E quais elementos chamam a atenção dos jornalistas? É para colaborar com releases de qualidade, realmente informativos, que Chaparro lembra que a palavra-chave no jornalismo é o "interesse". Seja ele do jornalista, do jornal, do anunciante, do leitor ou do entrevistado, não se pode perdê-lo de vista. É importante, também, lembrar sempre, que cabe ao jornalista da redação decidir sobre o que será ou não publicado e isso deve ser respeitado. O interesse público é o mais importante no momento de selecionar o que se deve propor como informação às redações.
          
Mesmo assim, uma pesquisa realizada com profissionais de comunicação, desde 2003, pelo site Comunique-se revela que entre os erros mais constantes apontados pelos entrevistados estão em primeiro lugar "querer vender o peixe do cliente de qualquer jeito".

O assessor não deve cooptar/conquistar a imprensa, precisa dar ênfase aos fatos e não enfocar em pessoas, ou seja, evitar uma visão personalista.

Desta forma, um bom relacionamento com a imprensa passa pela produção jornalística de todo o material (inclusive e principalmente do release), pelo respeito ao ritmo, aos prazos e à linguagem dos meios de comunicação, por conhecer os momentos corretos para fazer contatos, ter relacionamento pautado na confiança, ter conhecimento das fontes da instituição, oferecer "press kit", com informações aprofundadas sempre que necessário, sempre estar disponível para os jornalistas das redações, ter um banco inteligente de informações e possuir pautas extras (inclusive sobre assuntos externos à instituição).
          
O assessor não pode se esquecer que a sua função é facilitar o acesso às informações pelos colegas das redações. Portanto deve-se viabilizar sempre que possível o contato do jornalista com a fonte. Contudo, é necessário, antes, saber qual o assunto a ser abordado para decidir sobre o melhor entrevistado.
          Uma Assessoria de Imprensa profissional não pode dispensar a condição de estratégica. Até porque, atuar com profissionalismo depende de ela ter sua atividade ligada à construção de estratégias de ação e não apenas no desenvolvimento de rotinas diárias. E para tanto, ela deve trabalhar integrada com as demais áreas e ser especializada.


ELABORADO POR:  Lincoln FrancoJornalista formado e com Especialização pela Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep). Mestre em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo (Umesp).

Referências
BUENO, Wilson da Costa. Assessoria de Imprensa no Brasil: caminhos e descaminhos da relação empresa e imprensa na era do ciberespaço. IN: MELO, José Marques de (diretor responsável). Comunicação e Sociedade. São Bernardo do Campo - SP, ed. IMS, 1996. (p. 137-154).
____________________. Comunicação Empresarial: Teoria e Pesquisa. Barueri-SP, Editora Manoele, 2003, 1ª ed.
CALDAS, Graça. Relacionamento assessor de imprensa / jornalista: somos todos jornalistas! P. 306 - 313. IN: DUARTE, Jorge (org). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. São Paulo, ed. Atlas, 2002.
CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo, Paz e Terra, 1999.
CHAPARRO, Manuel Carlos da Conceição. A Notícia (Bem) Tratada na fonte: novo conceito para uma nova prática de assessoria de imprensa. Dissertação de mestrado apresentada ao departamento de jornalismo e editoração da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Orientador: Prof. Dr. Francisco Gaudêncio Torquato do Rego, SP, Brasil, 1987.
___________________________. Jornalismo na fonte. In: DINES, Alberto e MALIN, Mauro (Org). Jornalismo brasileiro: no caminho das transformações, Brasília, Banco do Brasil, 1996, p. 132 - 154.
___________________________. Pragmática do Jornalismo: buscas práticas para uma teoria da ação jornalística. Summus Editorial, SP, 1994 (Novas Buscas em Comunicação; v. 44).
CURVELLO, João José Azevedo. Legitimação das assessorias de comunicação nas organizações. P. 121 - 139. IN: DUARTE, Jorge (org). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. São Paulo, ed. Atlas, 2002.
DUARTE, Jorge. Assessoria de Imprensa no Brasil. P. 81 - 102. IN: Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. São Paulo, ed. Atlas, 2002.
___________________________. Release: história, técnica, usos e abusos. P. 286 - 305. IN: Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. São Paulo, ed. Atlas, 2002.
FORNI, João José. Comunicação em tempo de crise. P. 363 - 388. IN: DUARTE, Jorge (org). Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a mídia. Teoria e Técnica. São Paulo, ed. Atlas, 2002.
FRANCO, Lincoln. O Jornalismo como fenômeno de linguagem. Monografia de conclusão do curso de Especialização em Jornalismo e Novas Tecnologias, na Universidade Metodista de Piracicaba, sob orientação do Prof. Dr. Dennis de Oliveira, 2004.
GOMES, Mayra Rodrigues. Jornalismo e ciências da Linguagem. Edusp, SP, 2000.
KUNCZIK, Michael. Conceitos de Jornalismo - Norte e Sul. Trad. Rafael Varela Jr., Edusp, SP, 2002, 2ª ed.
NAEGELE, Renato Luiz Belineti, CARVALHO, Carlos Alberto Barreto de. A mídia e a construção da imagem empresarial: bases para o relacionamento do Banco do Brasil com a imprensa. Estratégia, Marketing e Comunicação. Brasília, Banco do Brasil, 2001.
TORQUATO, Gaudêncio. Tratado de Comunicação Organizacional e Política. São Paulo, 2001.

FONTE: http://www.comunicacaoempresarial.com.br/revista/04/comunicacoes/comunica13.asp

quinta-feira, outubro 09, 2008

Outdoor de Eva Mendes em Nova Iorque

Outdoor com nudez de Eva Mendes causa frisson em Nova York

Atriz participa de campanha de merchandising para perfume de grife



Um outdoor com a atriz Eva Mendes causou furor em Nova York, na manhã desta sexta-feira, 5 de setembro. A imagem de mídia exterior faz parte da nova Campanha de Merchandising do perfume Obsession, da Calvin Klein.

Segundo informações fornecidas pelo site Faded Youth, o anúncio provocou polêmica e foi banido das TVs, devido ao apelo erótico.

A atriz Eva Mendes declarou que achou exagerada a proibição e que se sente orgulhosa de ter feito o comercial e declarou estar se sentindo fenomenal na peça publicitária.
Fonte: http://www.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL749675-9798,00-OUTDOOR+COM+NUDEZ+DE+EVA+MENDES+CAUSA+FRISSON+EM+NOVA+YORK.html

Todos nós nascemos nus.

Para uns, a manifestação de expressão do corpo é apenas uma forma de se comunicar...

Para outros são escolhas que fazemos de cobrir/descobrir o corpo que nos distingüe societariamente (roupa de grife, de academia, casuais, de gola, moda, etc...)

Para outros é a forma que Deus nos fez.

Google lança ferramenta de publicidade em games

Pelo modelo, os anunciantes são cobrados com base em cliques dos usuários dos jogos nos anúncios. E a receita é dividida entre o Google e os produtores dos jogos e desenvolvedores

Meio & Mensagem e Reuters 09/10/2008 - 14:20

O Google lançou uma tecnologia de inserção de anúncios publicitários em jogos online. O AdSense for Games, que está em fase beta, permite que anúncios com vídeos, imagens ou apenas texto sejam colocados no início, final ou em mudanças de fases de um jogo.

Pelo modelo, os anunciantes são cobrados com base em cliques dos usuários dos jogos nos anúncios. E a receita é dividida entre o Google e os produtores dos jogos e desenvolvedores.

O Google está trabalhando na empreitada com produtoras de games como Konami e Demand Media e anunciantes como Sprint Nextel e Sony Pictures.

Dados recolhidos pela empresa de medição de mercado comScore indicam que mais de um quarto dos internautas, ou cerca de 200 milhões de pessoas, jogam games online. O volume de usuários desse tipo de jogo cresce a um ritmo de 17% ao ano.

Revisão de Conteúdo

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
PROMOÇÃO DE VENDAS
“Aquelas atividades de marketing que não são venda pessoal, propaganda e publicidade estimulam as compras dos consumidores e a eficácia dos revendedores, tais como displays, shows, exposições, demonstrações, descontos de preços e outros tipos de promoções.”

É um incentivo de curto prazo , compra de um produto ou serviço específico


Objetivos da Promoção

Gerar experimentação
Gerar aumento de estoque no lar
Gerar aumento de participação de mercado
Influenciar consumidores atuais
Influenciar consumidores futuros
Cativar os comerciantes
Gerar fidelidade à marca
Gerar tráfego no ponto de venda



NECESSIDADES

DESEJOS
DEMANDAS

MERCADOS

TRANSAÇÃO

TROCA

PRODUTOS


FORÇA DE VENDAS
Todas as empresas vendem os seus produtos/serviços, sendo a venda pessoal a forma mais usual de o fazer.


A eficácia da força de vendas desempenha, quase sempre, um papel essencial no sucesso ou insucesso comercial de uma empresa.


A melhor estratégia de marketing do mundo arrisca-se a falhar se não for apoiada, no terreno, por vendedores competentes, motivados e experientes.




CONCEITOS CENTRAIS DE MARKETING E VENDAS

Revisão de Conteúdo

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
CONSUMIDORES E O PONTO DE VENDA

As ações de comunicação realizadas nos pontos de venda são direcionadas para os clientes que estão circulando no supermercado, por isso elas devem estar adequadas a eles, usar a mesma linguagem deles e envolvê-los, para assim despertar-lhes o desejo por determinado produto.
Por isso é fundamental o estudo sobre como o consumidor age dentro de um supermercado, quais as suas expectativas, o que o leva a comprar, entre outras características.

O consumidor quando vai ao supermercado, leva consigo uma lista de necessidades, já com uma pré-definição de produtos e marcas, devido a suas experiências anteriores. Portanto, cabem às ações de comunicação motivá-lo a escolher por determinada marca.

“A credibilidade nos produtos comprados depende da confiança que a gestão do ponto-de-venda inspira no consumidor” (ZENONE; BUAIRIDE, 1998, p. 161). O ponto de venda onde o produto está sendo vendido também é um fator a ser analisado, pois influencia nas vendas do produto.


Para escolher o mercado no qual faz suas compras, o cliente leva em consideração razões como: a proximidade, a variedade de produtos, a existência de estacionamento fácil, a presença de um número suficiente de carrinhos, as experiências anteriores que ele teve com determinada loja, o ambiente, a disposição e diversificação dos produtos, as marcas existentes, entre outras.
Quando o consumidor se dirige ao supermercado, ele pode realizar três tipos de compra: 1) compra premeditada: ela já tem decidido o que vai comprar; 2) compra sugerida: ele é influenciado por terceiros com sugestões de compra; 3) compra impulsiva: adquire um produto, o qual conscientemente ele não pensava em adquirir, devido a um súbito desejo.

Uma pesquisa realizada pelo site Popai Brasil, o qual entrevistou 1.860 pessoas em super e hipermercados de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte, traz as seguintes estatísticas de decisão no ponto de venda:


Tabela 1 – Decisão de compra no ponto de venda.

Compras e marcas planejadas 15%
Compra planejada e marca decidida no pdv 12%
Compra e marca decidida no pdv 73%

Logo, o universo de consumidores que decidem a marca no ponto de venda é 85%, o que transforma o varejo em uma mídia excepcional para os produtos.

Segundo Zenone e Buairide (1998), a velocidade média de caminhada do consumidor dentro da loja é de 1 a 1,20 metros por segundo, fazendo com que ele receba de 250 a 300 estímulos por segundo. Dentro destes dados, as paradas em determinados espaços no supermercado dependem da influência que ele causa no cliente, assim como dependem da personalidade do mesmo, de suas características sócio-demográficas, seu estilo de vida e seu enquadramento econômico e cultural.

Para analisar os padrões de consumo e o comportamento médio dos diversos tipos de clientes, a caracterização da família média, no que se refere ao número de pessoas, é uma referência. Hoje, há um aumento no número de pessoas solteiras ou descasadas, com isso há uma redução na quantidade média consumida por família, o que aumenta o consumo de pequenas quantidades.

Zenone e Buairide (1998) expõem quatro tipos de clientes: 1) famílias pequenas, com média de dois a três filhos; 2) pessoas pertencentes às faixas etárias mais elevadas (aproximadamente a partir dos 60 anos); 3) mulheres que trabalham fora; 4) famílias nas quais os homens participam ativamente da gestão familiar. Neste sentido, indústrias e supermercados devem permanecer atentos às novas demandas.



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OS SENTIDOS NO PONTO DE VENDA - PALADAR

Os seres humanos quando vêem o rosto de um ator conhecido, escutam a voz de um amigo ou sentem o aroma de um prato apetitoso, o reconhecimento é instantâneo.

Segundo Freeman (2005, p. 7), “o cérebro transforma quase instantaneamente as mensagens sensoriais em percepções conscientes por meio da participação coletiva de milhões de neurônios”. Por isso que uma fração de segundo depois que os olhos, os ouvidos, o nariz, a língua ou a cútis são estimulados, as pessoas já sabem se estão diante de um objeto conhecido e se ele representa algum perigo ou não (FREEMAN, 2005).

Ao entrar no ponto de venda, o consumidor tem todos os seus sentidos aguçados. As inúmeras embalagens que estão dispostas nas prateleiras, a grande quantidade de mensagens promocionais, a iluminação e a vasta combinação de cores, com certeza, trabalham com a visão do cliente dentro da loja. Ao pegar estes produtos, tocar nas frutas para ver se elas estão maduras e mexer nas embalagens, aguça o tato. A audição é utilizada no ponto de venda, devido aos muitos ruídos existentes: clientes conversando paralelamente, música, mensagens promocionais, caixas, carrinhos, entre outros. O olfato também é estimulado, devido ao cheiro forte de determinados produtos, por exemplo: a seção das carnes tem um cheiro específico, a padaria já possui outro cheiro determinado e assim por diante. E todos estes sentidos, uma vez aguçados, estimulam o consumidor a realizar o ato da compra.

No entanto, para fins deste estudo, será destacado o quinto sentido dos seres humanos, o paladar, visto que o objeto deste trabalho é a ação de degustação no ponto de venda.

Segundo Ximenes (2006), “degustar é avaliar detalhadamente o sabor de alguma coisa”. Portanto o consumidor que se dispõe a degustar um novo produto no ponto de venda está com vontade de experimentar algo novo, do qual ele pode gostar ou não.

O paladar remete às pessoas as lembranças gustativas passadas, pois praticamente todos os seres humanos têm ao menos uma lembrança associada ao paladar, seja um momento da infância, uma ocasião especial, alguém que deixou sua marca pelas habilidades gastronômicas, ou seja, por todo o clima que envolve o ritual de preparação.

Contudo, a degustação no ponto de venda, unindo todos os sentidos do consumidor e trabalhando com suas emoções, tem por objetivo persuadi-lo a comprar o produto degustado, levando-o muitas vezes a agir por impulso (compra não premeditada).

Para Sant’Anna (1998, p. 32), a degustação consiste em uma boa estratégia de vendas, visto que “sentir pela primeira vez o gosto de um produto muitas vezes é fator decisivo para sua compra”.

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O VAREJO: SUPERMERCADOS

Nos canais de varejo é que é desenvolvido o maior número de esforços de promoção e comunicação. Segundo Costa e Crescitelli (2003), isto ocorre devido ao varejo ser o local onde os consumidores adquirem o produto, sendo que o contato com ele estimula a decisão de compra. O local onde há a possibilidade de realizar ações de merchandising para melhor expor o produto, complementando os efeitos das mensagens dirigidas aos consumidores nas outras ferramentas (propaganda e publicidade) e também porque a promoção no varejo faz com que os distribuidores aumentem o giro dos produtos.


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Costa e Crescitelli (2003, p. 50) definem varejo como:

São as empresas organizações que atuam na distribuição indireta; portanto, intermediários que desenvolvem atividades de vendas de produtos e serviços, para os públicos finais, especialmente consumidores, que adquirem para uso e não para revenda.

Conforme pesquisa realizada pela Nielsen Serviços de Marketing do Censo 94/95 a estrutura do varejo brasileiro cobre uma área que inclui 89% da população no país (FREITAS; NATALI, 1998).
Os supermercados, objeto de estudo desta pesquisa, para Rojo (1998, p. 86), se constituem em:

[...] são lojas de auto-serviço, ou seja, lojas que possuem um balcão na saída da loja (ponto de venda) com algum equipamento que permita a soma e a conferência das compras, onde os produtos estão dispostos de maneira acessível, permitindo que os clientes se auto-sirvam, além de contarem com o auxílio de carrinhos ou cestas.

No Brasil, os supermercados vêm se destacando na distribuição de gêneros alimentícios. De 26% de participação na distribuição na década de 70, passaram para 74% na década de 80, sendo que na década de 90 chegou a atingir o índice de 85% de sua participação na distribuição de alimentos no país (ROJO, 1998).
Além disso, os supermercados representam um importante setor na economia brasileira. Segundo a Abras, o volume de negócios que circula pelas lojas de supermercados no país aumentou de 28.77% em 1990 para 46.6% em 1997, gerando cerca de 650.000 empregos diretos gerados no setor (ROJO, 1998).

Como já foi citado, nos supermercados são feitas muitas ações de promoção e merchandising, visto que “o altíssimo volume de impactos que um produto em destaque no ponto-de-venda de varejo pode alcançar é importantíssimo, podendo, em muitos casos, substituir a comunicação de massa”. (COSTA; CRESCITELLI, 2003, p. 52).
Em um grande supermercado, que receba em média 3.000 pessoas por dia, se um produto nele exposto estiver usando de uma boa ação de comunicação, ele poderá ser visto em torno de 60.000 vezes/mês, logo se ele for comercializado em 100 supermercados desse mesmo porte, ele será visto 6.000.000 de vezes em um único mês, com uma comunicação direta com o consumidor (COSTA; CRESCITELLI, 2003).

Contudo, dentro de um supermercado, existem áreas estratégicas para expor os produtos. Conforme as análises de fluxo efetuadas por Zenone e Buaride (2005) existem dois tipos de zona em uma loja: a zona quente, a qual se caracteriza por ser o local de maior circulação e de acesso imediato, variando de acordo com a época do ano, podendo ainda ser natural ou criada; e a zona fria, áreas pelas quais os clientes não têm tendência de se deslocar.

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CONHEÇA UM PEQUENO GLOSSÁRIO SOBRE O ASSUNTO:

Blister: são cartelas de material flexível, nas quais são embalados determinados produtos.

Broad-side: trata-se de um material promocional sob a forma de prospecto informativo impresso, a respeito de um determinado produto (ou serviço).

Check-outs: são os móveis utilizados nos auto-serviços com a finalidade de posicionar as caixas registradoras nas saídas das lojas, facilitando assim o consumidor que poderá pagar somente depois de comprar tudo o que desejar.

Containers: são armações metálicas utilizadas para exposições de determinados produtos, cuja principal vantagem é o fato de serem facilmente desmontáveis.

Degustação: é o ato de provocar a experimentação de bebidas ou produtos alimentícios através da oferta de pequenas quantidades. Normalmente é utilizada em lançamento de novos produtos ou na tentativa de criar o hábito de consumo. Deve-se destacar a importância do balcão de degustação, uma vez que representa uma excelente forma de destacar a marca do produto em pontos privilegiados da loja.

Demonstração: ato de apresentar características e benefícios de determinados produtos, oferecendo aos consumidores a oportunidade de tirarem dúvidas, manuseá-los e experimentá-los.

Displays: são peças expositoras de produtos que podem ser colocadas nas próprias gôndolas, em pontos extras ou nos check-outs.
Exibitecs: é o esforço de se impulsionar as vendas que envolve desde a iluminação, cor, sabor, aroma, equipamentos especiais para exposições e até mesmo o fundo musical. A exibitécnica visa explorar de forma eficaz a percepção dos consumidores através da criação de um ambiente favorável à interpretação de estímulos.

Faixas de gôndola: são faixas de plástico, P.V.e. ou papelão, colocadas estrategicamente à frente dos produtos na gôndola, cujo objetivo principal é o de chamar a atenção do consumidor para determinado detalhe desses produtos.

Gôndolas: são os móveis onde são fixadas as prateleiras, cestões, etc .... A criação das gôndolas permitiu a formação dos corredores nos auto-serviços.
è Móbiles: são peças promocionais, normalmente afixadas nos tetos das lojas, cuja finalidade é divulgar ou promover produtos e serviços.

Peg-board: são ganchos, que fixados às gôndolas possibilitam expor produtos em cartelas (blister).

Planograma: é o lay-out da gôndola, ou seja, é a forma (apresentada graficamente) como devem ser expostos os produtos na gôndola.

Ponta de Gôndola (ou Terminal de Gôndola): é a denominação de cada uma das extremidades das gôndolas. Normalmente, são expostos ali produtos em promoção que pertencem a seções próximas, para evitar que o consumidor, ao preteri-los por outro, não o devolvam a outras seções.

Sampling: abordagem a consumidores potenciais (dentro ou fora dos pontos de venda) com o objetivo de distribuir amostras grátis, broad-sides, brindes, folder's e outros materiais promocionais.

Seção: é a sub-divisão do mix de produtos de uma loja, ou seja, é o agrupamento de produtos em função do hábito de compra dos consumidores.

REVISAO DE CONTEUDO

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃOMARKETING E MERCHANDISING

O marketing, a exemplo das demais áreas de administração, vem sendo apontado como responsável pelo diferencial de mercado de todos os tipos de organização.
Conforme Dias (2003), o marketing se desenvolveu durante toda a história da humanidade e até hoje foram muitos os aprimoramentos em suas técnicas e conceitos. Entretanto, o autor define o conceito de marketing como:

O conceito de marketing pode ser entendido como a função que cria continuamente valor para o cliente e gera vantagem competitiva duradoura para a empresa, por meio da gestão estratégica das variáveis controláveis de marketing: produto, preço, comunicação e distribuição. (DIAS, 2003, p. 2).

Uma das principais ferramentas de marketing é a promoção, a qual, segundo Zenone e Buairide (2005, p. 27), consiste no pilar de marketing que serve como estratégia de comunicação e “permite à organização difundir suas propostas comerciais aos segmentos de mercado e a seus formadores de opinião”.

Contudo o merchandising consiste em uma ação promocional de marketing. “Segundo definição da American Marketing Association, merchandising é a operação de planejamento necessária para se pôr no mercado o produto ou serviço certo, no lugar certo, em quantidade e preço certo” (SANT’ANNA, 1998, p. 23).

Zenone e Buairide (2005) definem como sendo os principais objetivos do merchandising: 1) vender mais e melhor: a boa exposição do produto valoriza a ele e a sua marca, fazendo com que as vendas aumentem em curto prazo e a compra torne-se mais prazerosa do que necessária; 2) incrementar o número de consumidores: cada cliente tem uma capacidade potencial de compra diferenciada, dependente dos usos do produto e de sua capacidade econômica. Segundo Sant’Anna (1998, p. 23).

O merchandising é, portanto, complemento de outras formas de atividade publicitária da mesma maneira como os cartazes são complementares para TV como veículo de publicidade, cada um fazendo um trabalho diferente, apesar de todos servirem para o mesmo fim, informando e persuadindo o consumidor a comprar ou consumir determinada marca.

Vale ressaltar que para executar o merchandising é necessário que um profissional da área tome conta da ação, o qual providencie a colocação dos materiais promocionais adequados, de acordo com as necessidades que observa, e pesquise os melhores locais no interior das lojas, seguindo as orientações da empresa.

São muitas as ações de merchandising que podem ser realizadas nos pontos de venda, entre elas: liquidações, festejos, concursos, sorteios, prêmios, cupons, plus, vale-brindes, selos, brinde, descontos, ofertas, demonstrações e degustações (ZENONE; BUAIRIDE, 2005).




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COMO SABER SOBRE PROMOÇÃO DE VENDAS E MERCHANDISING
Com o contínuo e veloz aumento das atividades industriais que temos experimentado desde a Revolução Industrial, particularmente com os avanços tecnológicos na área de equipamentos para o comércio e para a logística, percebe-­se claramente que poucos profissionais têm tido contato físico com os bens de consumo produzidos por suas empresas.
As poucas pessoas com acesso a esses produtos antes de chegarem às mãos do consumidor final, têm sido os Promotores de Venda das indústrias produtoras de bens, os repositores de mercadorias dos auto-serviços e os vendedores de organizações.
Portanto, um trabalho inadequado desses profissionais na forma de exposição desses produtos nos pontos de venda, irá impactar negativamente na decisão de compra do consumidor fina.

REVISAO DE CONTEUDO


COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃORECONHECIMENTO DO PROBLEMA

Segundo Churchill (2000, p. 146), o processo pelo qual os consumidores compram produtos e serviços começam com o reconhecimento de uma necessidade. No caso do estudo, a disposição em adquirir produtos considerados orgânicos. Assim o processo de tomada de decisão começa com o consumidor reconhecendo um problema a ser resolvido ou necessidade a ser satisfeita, sendo provocadas por estímulos externos (convite a um casamento, anúncio em rádio) e internos (fome, cansaço, sede) (KOTLER, 2000, p. 201).


 
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BUSCA DAS INFORMAÇÕES
Uma vez ocorrido o reconhecimento de necessidade, o consumidor ocupa-se de uma busca para satisfazer sua necessidade. Engel (2000, p.115) conceitua como a ativação motivada do conhecimento na memória ou da aquisição de informação do ambiente, cuja natureza pode ser interna, que envolve a recuperação de conhecimento da memória e a busca externa, que consiste em coletar informações do mercado. Assim Mowen (2000, p. 197) esboça que a busca interna os consumidores recuperam da memória permanente informações sobre produtos ou serviços que podem resolver um problema enquanto que a busca externa os consumidores obtêm informações de fontes externas, como amigos, publicidade, embalagens, relatórios de pesquisa, vendedores e outros.


COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
AVALIAÇÃO DAS ALTERNATIVASNesse estágio, para Churchill (2000, p. 150) os consumidores com base nas informações coletadas identificam e avaliam maneiras de satisfazer suas necessidades e desejos, onde em geral essa etapa envolve a decisão de quais recursos ou características são importantes e da identificação de qual desses recursos ou características cada alternativa oferece.


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DECISÃO DE COMPRA

Uma vez que o consumidor tenha avaliado as alternativas, ele efetua a compra, e segundo Czinkota (2001, p. 157) há três etapas de ações de compra: identificação da escolha, intenção de compra e implementação da compra. Nesta etapa o consumidor já pode agir rapidamente, em especial se o produto estiver em promoção, desistir da compra se não identificar suas necessidades atendidas e também pode adiar a compra em função de uma possível economia (CHURCHILL, 2000, p. 150). O processo de modificar, adiar ou rejeitar uma compra como ressalta Kotler (2000, p.204) é altamente influenciada pelo risco percebido que pode variar de acordo com o montante de dinheiro envolvido, o nível de incerteza quanto aos atributos e o nível de autoconfiança do consumidor.

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
COMPORTAMENTO PÓS COMPRA

Para Boone e Kurtz (1998, p. 186), o ato de comprar pode resultar em satisfação ou insatisfação e quando satisfeitos significa que suas expectativas são atingidas e quando não atingidas pode ocorrer uma dissonância cognitiva. A dissonância cognitiva é uma reação comum do consumidor quando se pergunta se a alternativa escolhida era de fato a melhor ocorrendo o sentimento de remorso do comprador (CHURCHILL, 2000, p.151). E o método para reduzir a dissonância e confirmar o acerto da decisão é: buscar mais informações positivas e evitar informações negativas sobre a alternativa escolhida (CZINKOTA, 2001, p.158).

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COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃOMERCHANDISING

O Merchandising dentro do composto de marketing (produto, preço, praça e promoção) se encontra na promoção pela sua grande característica de impulsionar as vendas. Há autores, como Ferracciù (2003) que acredita que merchandising está mais próximo da gerência de produtos pelo fato desta ferramenta se referir a:

[...] uma técnica de ajustamento e adequação do produto ao mercado consumidor, ele envolve as atividades de escolha do produto a ser produzido, e assim toma decisões quanto a tamanho, aparência, formato, embalagem, cores, linha de preços a ser estabelecida etc.


Na definição da palavra merchandising, segundo Costa e Crescitelli (2003), significa mercadoria, operar com mercadoria. A grande relevância esta ferramenta mercadológica é devido à decisão de compra do consumidor ser tomado 85% no ponto-de-venda. Segundo Silva (apud COSTA; CRESCITELLI, 2003, p. 232) merchandising “é toda atividade mercadológica que se destina a conduzir os bens através dos canais de distribuição”. Ou seja, todos as operações dos pontos-de-venda, que se referem a apresentação da mercadoria para o consumidor final.

Semelhante a Silva (1995), Blessa (2003, p. 18)) define merchandising como ação no ponto-de-venda, com o objetivo de auxiliar na decisão de compra por meio da melhor vizualização do produto. Segundo esta autora merchandising é:

Qualquer atividade técnica, ação ou material promocional usado no ponto-de-venda que proporcione informação e melhor visualidade a produtos, marcas e serviços, como o propósito de motivar e influenciar as decisões de compra dos consumidores.

A organização dos produtos tanto no estoque, nas seções e nas prateleiras, também é um fator bastante relevante, pois promove a venda dos produtos, uma vez que o consumidor não tem tempo para procurar os produtos, devido a grande pressa das pessoas. Então, deixar o ponto-de-venda bem sinalizado, e principalmente, com a exposição do preço, promove melhor retorno nas vendas.

Os produtos orgânicos necessitam das ações de merchandising, principalmente por serem produtos novos no hábito alimentar dos brasileiros e em sua comercialização. As ações dos agentes da cadeia produtos orgânicos devem ser conjuntas para empregar esforços estratégicos no ponto-de-venda, caso contrário, o desenvolvimento destes produtos pode estar ameaçado ou terá um ritmo lento no desenvolvimento mercadológico. As parcerias são fundamentais para alavancar produtos inovadores e promover a velocidade na sua expansão.

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COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃOINTRODUÇÃO NO SETOR AGROALIMENTAR NO MERCHANDISING
A busca de conhecimentos no setor agroalimentar consiste em verificar todas as relações na cadeia produtiva, nos processos de produção, comercialização e consumo, visto que a entrada de novos produtos, atinge toda a cadeia.

O Estado do Paraná tem forte vocação para a agroindústria, e tem obtido o desenvolvimento em vários aspectos, como na criação de novas tecnologias para aliar as suas atividades, e às exigências nos diversos setores da sociedade e hábitos de consumo.

Este desenvolvimento tem proporcionado aos consumidores novas opções de alimentos, e aos comerciantes a utilização de estratégias para promover os produtos inovadores, como os produtos orgânicos a este público. Segundo Camara e Marques (2000, p. 46) os comerciantes são impulsionados por fatores como: busca de novas oportunidades de mercado e negócio; o desenvolvimento de capacitação tecnológico próprio; a elevação da qualidade de seus produtos/serviços; a racionalização e modernização de equipamentos e processos; a capacitação técnica e gerencial de seus recursos humanos e a busca da independência de fornecedores que futuramente poderão ameaçar a empresa, na ausência de estratégias tecnológicas”.

A alta competitividade existente no setor agroalimentar tem impulsionado a tomada de decisão baseada em ações estratégicas, onde se destacam as inovações em produtos e processos produtivos. A competitividade tem estimulado o desenvolvimento de novos processos e produtos, a busca de novos mercados, a preocupação com a produção sustentável ao equacionar questões ecológicas e sociais por envolver qualidade de vida e segurança alimentar. Tais fatores têm induzido a crescente produção de bens orgânicos, como produtos da olericultura (legumes e verduras) , produtos inovadores no mercado nacional, e com grande aceitação em outros países.


Há também, as indústrias que estão dirigindo suas estratégias, visando à conquista de mercados de exportação, em detrimento de mercados com maiores preocupações ambientais, como a Alemanha e a Dinamarca, países que possuem altos índices de demanda e remuneração por estes produtos.

Por outro lado, os empresários do campo, os produtores rurais, também, se mobilizam na busca de ganhos na produção e maior remuneração dos produtos, que podem obter ganhos de 30% a 50% em comparação aos mesmos produtos de produção convencional, que são os produtos que recebem produtos químicos. Entretanto esta ponta da cadeia produtiva tem muito receio, como da não existência de demanda e das formas de entrar no segmento varejista.

Além da inovação existe uma preocupação latente na humanidade nas últimas décadas com a conservação do meio ambiente. Prova disso são aos eventos que tem reunido diversos países para debaterem este tema, como a Conferência das Nações Unidas em Estocolmo em 1971; o Relatório de Brundtland em 1982; a Conferência das Nações Unidas em 1992; a Conferência das Nações Unidas em 1997; a Comissão do Desenvolvimento Sustentado da ONU em Joanesburgo em 2002; e as pressões de grupos que defendem e são contra o cultivo de produtos transgênicos nos últimos anos.

Desta forma o consumidor tem sofrido a influência de notícias e demonstrada preferência por produtos que além de não agredir o meio ambiente, proporcionem, principalmente, segurança alimentar, ou seja, que não causem danos a saúde como pelas intoxicações de agrotóxicos e de reações desconhecidas que podem gerar os produtos transgênicos.

Os produtos orgânicos são produzidos de forma diferenciada dos produtos convencionais, pelo fato de obedecerem a normas do sistema de agricultura orgânica, pois não se permite a colocação de agrotóxicos e devem ter um Selo Oficial de Garantia fornecido pelas associações de agricultura orgânica e de um sistema de certificação de agricultores e firmas, que assessoram a propriedade com informações técnicas e fiscalizam a propriedade. (PASCHOAL, 1991).
Segundo Darolt (2002), a preocupação com o meio ambiente iniciou no Brasil na década de 1920, como surgimento de diversos movimentos ligados a agricultura, como o biodinâmico, natural e orgânica, que foram denominados como alternativos. Mas, foi na década de 1980 que a agricultura orgânica se desenvolveu (EHLERS, 1999).

No Brasil, pode-se dizer que os produtos orgânicos no mercado interno estão em fase de introdução no varejo, pelo fato de que apenas 15% do que é produzido organicamente ser destinado para este mercado, o restante vai para o mercado externo. Como isso, a oferta tem sido bem pequena o que gerando além da falta do produto muito desconhecimento dos consumidores sobre as características destes produtos. (DAROLT, 2002)

Os supermercados têm sido o maior canal de escoamento da produção alimentícia no país, devido à entrada de grupos internacionais e às ações das firmas concorrentes internas que vêm nos últimos anos ampliando e modernizando as instalações dos supermercados, ampliando a preferência e elevando a freqüência dos consumidores nos supermercados nas duas últimas décadas (LEVY; WEITZ, 2003).

A decisão de compra dos consumidores tem ocorrido em maior parte no local de compra. Desta forma, o ponto-de-venda deve investir em várias estratégias, como as de merchandising para assegurar o maior consumo. De acordo com recentes estudos sobre os produtos orgânicos, os consumidores têm comprado maiores volumes nos supermercados, apesar da existência de varejos específicos de produtos orgânicos.

Segundo Neves (p. 39, apud NEVES; CASTRO, 2003) após a definição do segmento para qual o produto se destina deve desenvolver estratégias que visem [...] tornar sua oferta percebida como distinta da oferta de seus concorrentes [...] principalmente de produtos aparentemente semelhantes como os produtos orgânicos dos convencionais, na maioria dos casos. A diferenciação de produtos pode ser utilizada através de Atributos dos Produtos; Serviços; Atendimento e da sua Marca.


Neste estudo ao se propor abordar alguns aspectos referentes ao merchandising no varejo de supermercado dos produtos orgânicos, visa-se enfatizar um pouco de cada um dos quatro tipos de diferenciação de produtos, pois ao elaborar a localização do produto no ponto-de-venda, contribui em enfatizar os Atributos do Produtos com relação as suas qualidades; prestar Serviço na organização dos produtos em uma seção específica; cuidado no Atendimento proporcionando comodidade, economia de tempo, fácil acesso, entre outros; e destacando a Marca destes produtos que são desenvolvidas geralmente pelo distribuidores, e das Certificadoras, que apesar de pouco conhecida, são suas características fundamentais dos produtos orgânicos.


Segundo Neves (p. 40, apud NEVES; CASTRO, 2003) o estabelecimento de estratégias “é um processo de melhoria contínua dentro dos sistemas agroindustriais”, estudar cada fragmento da cadeia produtiva e nos detalhes cada um dos seus atores e principalmente o responsável maior pela existência da cadeia, o consumidor, é a forma correta de entender e atuar no setor agroalimentar, e o ponto-de-venda têm sido um dos maiores responsáveis por tudo que é consumido no presente e nas futuras compras por ser o território onde o consumidor é soberano.

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COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
ORIENTAÇÕES DO SETOR DE MARKETING

1 - ORIENTAÇÃO PARA PRODUÇÃO
É a filosofia de negócios que enfatiza a produção e entrega de produtos. Produzir bens e serviços, informar os clientes sobre eles, deixar que os clientes venham.
FOCO: Produto
ASPECTO POSITIVO
: empresas de alta tecnologias e de fabricação de remédios para a AIDS p.ex, não é necessário pesquisas para saber se o cliente deseja ou não.

2 - ORIENTAÇÃO PARA VENDAS
É uma filosofia de negócios que concentra as atividades de marketing nas vendas dos produtos disponíveis. Produzir bens e serviços, ir até o cliente e levá-lo a comprar.
FOCO: Vendas

ASPECTO POSITIVO:
quando uma loja tem excesso de mercadorias velhas ou um médico que vende a idéia de exercícios físicos diários.

3 - ORIENTAÇÃO PARA MARKETING
É uma filosofia de negócios que se concentra em compreender as necessidades e desejos dos clientes e produzir produtos e serviços para satisfazê-los. Descobrir o que os clientes precisam e desejam, produzir bens e serviços que eles dizem precisar ou desejar, oferecê-los aos clientes sem esquecer de buscar alcançar suas próprias metas: lucros.
FOCO: Clientes


LIMITAÇÕES: pode centrar a atenção no cliente e esquecer do público interno e fornecedores, pode distanciar-se de informações dos concorrentes, que podem estar satisfazendo clientes de forma mais efetiva.

4 - ORIENTAÇÃO PARA VALORÉ uma filosofia empresarial que se concentra em desenvolver e entregar um valor superior para os clientes como modo de alcançar os objetivos da organização. Entender os clientes, concorrentes e ambientes, criar valor para eles, considerar outros públicos. (stakeholders)*
*indivíduos e grupos que podem influenciar decisões de marketing e ser influenciados por eles. Ex: comunidade, funcionários, órgãos do governo, financiadores, acionistas.
FOCO: Valor para o cliente.

VALOR PARA O CLIENTE: a diferença entre as percepções do cliente quanto aos benefícios e quanto aos custos de compra e uso de produtos e serviços.
Valor para o cliente = benefício percebido - custo percebido.

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COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃODEMANDA

As pessoas têm desejos quase infinitos, mas recursos limitados. Portanto, elas desejam escolher produtos que proporcionem o máximo de satisfação possível em troca do seu dinheiro. Quando viabilizados pelo poder de compra de cada um deles, os desejos tornam-se demandas.
Demanda de mercado ou função demanda de mercado é o valor total que seria comprado pelos clientes em dada condição de investimento de marketing pelas empresas. Não é um número fixo, mas uma função de determinadas condições. O potencial de mercado é o máximo de demanda a ser atingido com o máximo de investimento de marketing. Ou seja:

Q = n x q x p (potencial de mercado)
n = número de compradores
q = quantidade média por comprador (por ano)
p = preço unitário



COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
DEMANDA DO PRODUTO:
por sua vez, é o resultado da participação do produto na demanda de mercado. É função da eficácia dos investimentos em marketing realizados pela empresa.
Os consumidores vêem os produtos como um conjunto de benefícios e, assim, escolhem os produtos que lhes ofereçam o melhor beneficio pelo seu dinheiro. Um Gol 1000 significa transporte, preço baixo e economia de combustível. Um Mercedes Benz significa conforto, luxo, status. As pessoas escolhem os produtos cujos benefícios proporcionam o máximo de satisfação, de acordo com seus desejos e seus recursos financeiros.


DEMANDA DE MERCADO:
é o volume total que seria comprado por um grupo definido de consumidores, em determinada área geográfica, em um período de tempo definido, em um ambiente de mercado definido sob determinado programa de marketing.


DEMANDA DA EMPRESA:
É sua participação na demanda de mercado.

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
POTENCIAL DE MERCADO:
É o volume total que poderá ser consumido em um determinado ambiente e plano de marketing.

POTENCIAL DA EMPRESA:
É o limite a que tende a demanda da empresa quando seu esforço de marketing aumenta em relação ao de seus concorrentes.

PREVISÃO DE VENDAS:
É o nível esperado das vendas da empresa, baseado em um determinado ambiente e plano de marketing.

PARTICIPAÇÃO DE MERCADO OU MARKET-SHARE:
É a parte do mercado global de um determinado produto controlada por uma determinada empresa.

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
PLANO DE MARKETING:
É um documento criado por uma organização para registrar os resultados e conclusões da análise ambiental e detalhar a estratégia de marketing planejada e os resultados pretendidos por ela (objetivos).

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COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
TIPOS DE MARKETING1 - TROCAS QUE VISAM LUCROS:negócios que têm como meta gerar receitas acima dos custos

a) MARKETING INDUSTRIAL
- Fabricação de produtos agrícolas e marinhos;
- Extração de minério e artefatos de construção;
- Transformação vegetal e animal;
- Madeira e papel;
- Química e médica;
- Metais;
- Veículos;
- E toda matéria prima ora produzida.

b) MARKETING DE SERVIÇOS
- Transformação animal e alimentação;
- Gráficas;
- Audiovisual;
- Petróleo e serviços de construção;
- Mineral;
- Telecomunicação e informática;
- Internet.

c) MARKETING INTERNACIONAL- Produção e Serviços externos.

d) MARKETING DE VAREJO- Revendas em geral.


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2 - TROCAS QUE NÃO VISAM LUCROS:
negócios sem fins lucrativos que utilizam sua receita para cobrir os custos.

a) MARKETING SOCIAL- Instituições;
- Reciclagem;
- Comunidades.

b) MARKETING CULTURAL
- Esporte*;
- Artes;
- Instituições artísticas;
- Turismo*.
* obtém incentivo fiscal.

c) MARKETING POLÍTICO
- Serviços essenciais;
- Cargos e entidades;
- Órgãos públicos e autarquias.

d) MARKETING RELIGIOSO
- Instituições;
- Serviços.

Revisão de Conteúdo

COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
MARKETINGUm dos principais instrumentos será a determinação dos conceitos e das práticas do marketing, que implicará em conhecimento profundo e extenso do potencial de realização da empresa, fundamentando de forma relevante a definição e implementação das tarefas e providências nessa área.


O QUE É MARKETING?
É o processo de planejar e executar a concepção, estabelecimento de preços, Promoção e distribuição de idéias, produtos e serviços a fim de criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais -- definição da American Marketing Association.


O QUE É TROCA?

É uma transação voluntária entre uma organização e um cliente, destinada a beneficiar ambos.




COMPONENTES DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO
QUEM SÃO OS CLIENTES:
1 - COMPRADORES ORGANIZACIONAIS:
compram bens e serviços para empresas, órgãos governamentais e outras instituições como hospitais, escolas, etc. Compram produtos para funcionamento de suas próprias empresas (suprimentos de escritórios, máquinas, etc.) ou para vender a outras organizações ou consumidores.

2 - CONSUMIDORES:
compram bens e serviços para seu próprio uso ou para presentear outras pessoas. São indivíduos e famílias que fazem compras para satisfazer suas necessidades e desejos, resolver seus problemas ou melhorar sua vida.




O QUE SÃO NECESSIDADES?
Referem-se a bens ou serviços que os consumidores ou compradores organizacionais mais requerem para sobreviver.


O QUE SÃO DESEJOS?

Referem-se a bens e serviços específicos que satisfazem necessidades adicionais que vão além da necessidade de sobrevivência.




Fonte: Apostila 2008 - Estrategias de Comunicação Empresarial
- Salles, Rianelli.

sexta-feira, outubro 03, 2008

VISITA TECNICA SEGUIDA DE DEBATES EM SALA DE AULA


Apresentação do Aluno de Marketing Digital sobre Marketing na área de Farmácia.

Visita técnica dos alunos de Promoção e Merchandising a loja Kalunga.



A aluna Tais apresentou uma palestra sobre marketing farmacêutico no campus Nova America, que acrescentou muito em nosso aprendizado.

terça-feira, setembro 30, 2008

Ação Social e Visita à FAMILIA SANTA CLARA em Vargem Grande



Alunos da Graduacao em Marketing estiveram presentes na tarde de hoje, dia 26.09.08 na Obra Social FAMILIA SANTA CLARA em Vargem Grande.

As 65 crianças do Abrigo receberam brinquedos e realizaram uma atividade lúdica com os integrantes da Visita:PARABENS A TODOS OS ENVOLVIDOS!!!

Agradecemos, em especial, aos alunos:
Sergio, Flavia di Pietro, Ingriti, Adriana do campus Tom Jobim,Sheila Paes, Isabella e Carla BAMBINI que fizeram a alegria das crianças com os brindes e presentes multicoloridos que entreteram os menores em situação de risco social com brincadeiras interativas resultando em muitos sorrisos!

Att,
Profa. R. Rianelli

sábado, setembro 27, 2008

Meio e Mensagem

Alunos: Renato Menegatti - 200601113058
Fabiano Calvão - 200502155941
Diogo Galera - 200601115107
Raphael Alves - 200601128268
Curso: Marketing
Turno: Noite
Campus: Nova América


Meio e Mensagem
Um site bem informativo, onde o layout ajuda na absorção da informação, fácil navegação, informações diretas a um público específico. Não é um site sobrecarregado de imagens tendo assim uma rápida navegação alcançando o objetivo de segurar o maior tempo possível o assinante em seu site. As informações são atualizadas com uma excelente freqüência deixando o assinante informado de todas novidades do mercado publicitário.
Um ótimo site informativo para todos que buscam informações atualizadas, precisas e de grande importância para os que atuam na área.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Resumo da Palestra Independência Tecnológica ministrada por Kauê Linden

Após a primeira e segunda Revolução Industrial, os países menos favorecidos financeira e tecnologicamente ficaram relegados a serem fornecedores de matéria-prima e mão-de-obra barata. Com a revolução tecnológica latente nos dias de hoje, esses países têm a possibilidade de se destacarem no mercado, desenvolvendo e exportando tecnologia, principalmente, com o uso se softwares de linguagem aberta, ou seja, o software livre, bastante discutido no Blog em:
http://roehrs.wordpress.com/

A Palestra foi extremamente dinâmica e o conteúdo atualizado na gerência Web trazidos por Kauê Linden foram o diferencial do Evento.


O jovem empreendedor também sinalizou que podemos enviar nossos Curriculums Vitae para ESTAGIO... o que foi ótimo para quem está procurando aprender mais sobre a área de Marketing de Internet!

Fonte: Paulo César Leão - Campus Centro I

Ação Social e Visita 'a FAMÍLIA SANTA CLARA em Vargem Grande



Alunos da Graduacao em Marketing estiveram presentes na tarde de hoje, dia 26.09.08 na Obra Social FAMILIA SANTA CLARA em Vargem Grande.

As 65 crianças do Abrigo receberam brinquedos e realizaram uma atividade lúdica com os integrantes da Visita:
PARABENS A TODOS OS ENVOLVIDOS!!!

Agradecemos, em especial, aos alunos:
Sergio, Flavia di Pietro, Ingriti, Adriana do campus Tom Jobim, Sheila PAES, Izabela BERTHOLINI e Carla BAMBINI que fizeram a alegria das crianças com os brindes e presentes multicoloridos que entreteram os menores em situação de risco social com brincadeiras interativas resultando em muitos sorrisos!

Att,
Profa. R. Rianelli



quarta-feira, setembro 24, 2008

Palestra MARKETING PARA ACADEMIAS DE GINASTICA


O sucesso comemorado da excelente Palestra MARKETING PARA ACADEMIAS DE GINASTICA com ALESSANDRO MENDES no ultimo dia 17 de setembro no Campus Centro I para 72 alunos .


Credito da Foto: Rianelli

esq. para direita: Leo, Renata, O PALESTRANTE ALESSANDRO MENDES, Rafael, Alan e outros alunos do curso de Graduacao em Marketing.

terça-feira, setembro 23, 2008

Palestra MARKETING PARA ACADEMIAS DE GINASTICA


O sucesso comemorado da excelente Palestra MARKETING PARA ACADEMIAS DE GINASTICA com ALESSANDRO MENDES no ultimo dia 17 de setembro.

Visita Virtual a Jack Daniels



Visita Virtual 'a Destilaria Jack Daniels:http://www2.jackdaniels.com/virtualtour.asp#

quinta-feira, setembro 11, 2008

Visita Tecnica a Agencia ESTOPIM de Comunicacao

Estas são algumas das nossas fotos da Visita Técnica 'a Agência ESTOPIM
de Comunicação no último dia 11.09.2008, quando acompanhamos um dia na Agencia e o atendimento 'a Candidata a Vereadora SONIA RABELLO www.soniarabello.com.br/ que escolheu a plataforma de mídia digital via Internet como ferramenta para sua Campanha Politica.

A Candidada, Profa. do Mestrado em Direito da UERJ, exerceu o cargo de Procuradora Geral do Municipio do Rio de Janeiro e Diretora do Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional, recebeu nosso aluando com carinho e explicou o por que da escolha da Internet...

A criativa Maria Eugênia, PC Leão, Eugenio aproveitaram a oportunidade para mostrar a Rotina da Agencia.

Deziré pode gravar algumas falas e realizou algumas fotos para o registro do Evento.

MUITO OBRIGADA A TODOS!!!

Visita Tecnica a Agencia ESTOPIM de Comunicacao

Estas são algumas das nossas fotos da Visita Técnica 'a Agência ESTOPIM
de Comunicação no último dia 11.09.2008, quando acompanhamos um dia na Agencia e o atendimento 'a Candidata a Vereadora SONIA RABELLO www.soniarabello.com.br/ que escolheu a plataforma de mídia digital via Internet como ferramenta para sua Campanha Politica.

A Candidada, Profa. do Mestrado em Direito da UERJ, exerceu o cargo de Procuradora Geral do Municipio do Rio de Janeiro e Diretora do Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional, recebeu nosso aluando com carinho e explicou o por que da escolha da Internet...

A criativa Maria Eugênia, PC Leão, Eugenio aproveitaram a oportunidade para mostrar a Rotina da Agencia.

Deziré pode gravar algumas falas e realizou algumas fotos para o registro do Evento.

MUITO OBRIGADA A TODOS!!!

segunda-feira, junho 30, 2008

Marketing & Internet

Locaweb aposta em branded entertainment
Meio & Mensagem: 30/06/2008 - 17:48

A GNova assina uma minissérie via internet para a Locaweb, grupo nacional que oferece serviços de Internet, Data Center e Comunicação. Trata-se de um projeto de branded entertainment, que pode ser conferido pelo site
www.oquequeeisso.com.br.
Cada um dos 16 capítulos tem a duração de três a cinco minutos e narram o dia-a-dia dos profissionais de uma importadora de produtos de beleza. A amarração fica por conta do bordão 'O que que é isso?' que ajuda a explicar todos e serviços e produtos da Locaweb.

O projeto idealizado por Zuza Tupinambá conta com direção de cena é Rodrigo Meirelles e diálogos escritos por Adriana Falcão, roteirista da série 'A Grande Família', da Rede Globo. A produtora é a O2 Filmes.
Os 'websódios' serão anunciados com chamadas em cinemas e na TV por assinatura.

Fonte:
http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/TODAS/?Locaweb_aposta_em_branded_entertainment#ID107091

Comunicacao Empresarial, Marketing & Internet

Locaweb aposta em branded entertainmentMeio & Mensagem: 30/06/2008 - 17:48

A GNova assina uma minissérie via internet para a Locaweb, grupo nacional que oferece serviços de Internet, Data Center e Comunicação. Trata-se de um projeto de branded entertainment, que pode ser conferido pelo site http://www.oquequeeisso.com.br/.
Cada um dos 16 capítulos tem a duração de três a cinco minutos e narram o dia-a-dia dos profissionais de uma importadora de produtos de beleza. A amarração fica por conta do bordão 'O que que é isso?' que ajuda a explicar todos e serviços e produtos da Locaweb.

O projeto idealizado por Zuza Tupinambá conta com direção de cena é Rodrigo Meirelles e diálogos escritos por Adriana Falcão, roteirista da série 'A Grande Família', da Rede Globo. A produtora é a O2 Filmes.
Os 'websódios' serão anunciados com chamadas em cinemas e na TV por assinatura.

Fonte: http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/TODAS/?Locaweb_aposta_em_branded_entertainment#ID107091
Wal-Mart pode mudar logomarca
A nova identidade visual traria o nome da empresa escrito em uma só palavra, Walmart (não mais Wal Mart, com uma estrela no meio), além de fundo laranja.

Meio & Mensagem: 30/06/2008 - 15:37

O Wal-Mart está planejando alterar sua logomarca para renovar a imagem. Na nova identidade, o nome da rede varejista seria escrito como Walmart, ou seja, apenas uma palavra, com um background laranja e o desenho de uma série de linhas que partem de um centro em comum, formando algo parecido a uma estrela de seis pontas.A companhia não confirma ainda se este será o novo design. Mas Dennis Alpert, gerente de relações públicas do Wal-Mart, diz que a nova logomarca pode ser lançada ainda nesta semana. Uma fonte próxima à empresa informou que as 3600 lojas do Wal-Mart nos Estados Unidos terão sua identidade alterada com o decorrer do tempo.

FONTE: The Wall Street Journal. http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/index.jsp?Wal_Mart_pode_mudar_logomarca

Marketing & Negócios

Wal-Mart pode mudar logomarca
A nova identidade visual traria o nome da empresa escrito em uma só palavra, Walmart (não mais Wal Mart, com uma estrela no meio), além de fundo laranja.

Meio & Mensagem: 30/06/2008 - 15:37

O Wal-Mart está planejando alterar sua logomarca para renovar a imagem. Na nova identidade, o nome da rede varejista seria escrito como Walmart, ou seja, apenas uma palavra, com um background laranja e o desenho de uma série de linhas que partem de um centro em comum, formando algo parecido a uma estrela de seis pontas.A companhia não confirma ainda se este será o novo design. Mas Dennis Alpert, gerente de relações públicas do Wal-Mart, diz que a nova logomarca pode ser lançada ainda nesta semana. Uma fonte próxima à empresa informou que as 3600 lojas do Wal-Mart nos Estados Unidos terão sua identidade alterada com o decorrer do tempo.Com informações do The Wall Street Journal.

http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/index.jsp?Wal_Mart_pode_mudar_logomarca

quarta-feira, junho 25, 2008

Família Santa Clara

Família Santa Clara, uma família que fica localizada em Vargem Grande, constituída através do coração; vive de doação, da solidariedade humana, da sua vontade de fazer o bem sem olhar a quem quer que seja; Visite-os www.familiasantaclara.org.brVideo inspirado nas aulas de Empreendedorismo da professora Regina Rianelli..